Vozes inquietas de mulheres latino-americanas para uma educação intercultural
Resumo
A proposta do artigo é partir de discursos estéticos e políticos de mulheres da América Latina, associando-os aos interesses educacionais
necessários ao que venho nomeando de (Trans)formação docente, assim como ao ensino da Língua Espanhola no Brasil, vinculada à concepção de cultura e à Interculturalidade, base epistemológica para uma educação inclusiva. Tomarei como referência a contribuição de quatro mulheres, pontuando a diversidade de linguagens e de lugares de fala, através das quais elas se manifestam. São elas: Frida Kahlo (México), que se manifesta através da pintura; Violeta Parra (Chile), que se manifesta através da poesia musical; Silvia Rivera Cusicanqui (Bolívia), que fala como mulher indígena e Shirley Campbell Barr (Costa Rica), cuja voz representa as mulheres negras.
Referências
Paraquett, Marcia; Siqueira, Savio (Orgs) (2015). Caminhando e contando. Memória da ditadura brasileira. Salvador: EDUFBA. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/31866. Acesso em: 03 set 2025.
Paraquett, Marcia (2024) (Trans)formação docente. In: Landulfo, Cristiane; MATOS, Doris (Org). Suleando conceitos em linguagem. Decolonialidades e Epistemologias outras. Volume II. Campinas;/SP: Pontes, p.275-280. Disponível em: https://drive.google.com/drive/u/1/folders/1GCBTdAnXliJPfzGCOd_YaGsAufnQQBvm\. Acesso em: 03 set. 2025.
— (2025) O lado A da América Latina: desobediência, resistência, empoderamento, dissidência, antirracismo e visibilidade. Campinas/SP: Pontes Editores.
Copyright (c) 2026 Revista Telar ISSN 1668-3633

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